quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

É PROIBIDO FUMAR MACONHA ...




Mesmo banida pelo governo federal dos Estados Unidos em 1937, estima-se que 14,6 milhões de americanos usam, o que representa, praticamente, a população da cidade de Calcutá, na Índia.
Esta planta contém mais de 400 substâncias químicas, como o delta-9-tetraidrocanabinol (THC), que é a mais importante dentre as substâncias psicoativas encontradas. O THC é conhecido por afetar a memória de curto prazo do cérebro. Além disso, afeta a coordenação motora, os batimentos do coração e aumenta o nível de ansiedade. Estudos também mostram que contém substâncias cancerígenas normalmente associadas aos cigarros. Muito prazer, me chamam de MACONHA.

Toda vez que a sociedade vivencia um problema tão monstruoso, como a invasão ao complexo do alemão em resposta aos ataques feitos por bandidos ao longo de vias na cidade carioca, retoma a velha discussão, um novo debate de "intelectuais" que culpam os usuários da maconha: "Viu, você é quem financia esta merda". "Tá vendo porque não pode liberar as drogas"? "São os playboyzinhos que financiam essa guerra na cidade".
Isso cansa, né ? Toda hora a mesma conversa, isso já virou um ciclo vicioso, eu falo, você concorda e repete e repete e repete e vai repetindo ...
Se novamente eu escrever o que todo mundo que NÃO concorda com a liberação diz, certamente alguém ficará indignado e rebaterá as minhas palavras como forma de protesto e em seguida dirão que sou viciada, e que eu também faço parte de toda esta confusão. Pois bem, eu não fumo, não gosto de cigarros, e acredito verdadeiramente que o problema da cidade tão maravilhosa está muito mais além do que culpar quem fuma um baseadinho.
Acorda, povo! Acorda, você que envia carta ao jornal O Globo sabendo que ela jamais será apresentada no espaço designada ao leitor e tendo a certeza disto você envia e-mails utilizando esta mesma carta para reforçar que, o único problema do RJ e do Brasil talvez esteja no ato de alguém comprar um baseado pra fumar.

A discussão vai muito além disto, eu já disse. Começa lá do alto, lembra do sistema? Então! O sistema é Foda !
O problema começa lá e termina naquele magrelo sem camisa, fortemente armado, disposto a matar ou morrer pra salvar o nome da facção e o seu chefe e assim pondo em risco a sua própria família e sua própria dignidade.

Eu sempre digo que não sou a melhor pessoa pra ajudar nas mudanças dessa cidade e muito menos deste país, tenho um pensamento mais esquisito, eu sei, mas eu tento ver as coisas de várias formas e não ser redundante, ou seja, subir pra cima, descer pra baixo. Pra grande maioria quem fuma é bandido, quem compra maconha também participa indiretamente da guerra que acompanhamos diariamente. Afinal, alguém tem que ser o culpado, e que seja o usuário, não é assim?!

Enquanto isso quem rouba milhões, bilhões e financia mais e mais todo esse esquema e veda os olhos nas fronteiras, nos gabinetes etc. fica assinando com uma caneta mont blanc que você NUNCA poderá comprar e fica ai sentado (a) só repetindo o que eles dizem nas tvs, rádios, jornais e internet. O problema é muito maior e o sistema é FODA!
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ESPAÇO PARA OPINIÕES -

Olá querida Aninha, a bebida alcóolica foi proibida há muito tempo nos EUA. A liberação não diminuiu o consumo da bebida alcólica, ao contrário, aumentou e muito o seu consumo.
Possibilitou que grandes empresários entrassem no ramo e produzissem mais, em maior quantidade, sob a competência do marketing e da comunicação.
Fico imaginando a maconha liberada e o consumo muito grande com grandes empresas produzindo.
Imagino nós nas salas das nossas casas assistindo televisão com nossos filhos e vendo propagandas estimulando e seduzindo ao uso da maconha...

E mais, os bandidos traficantes, sem essa fonte de renda, creio que vão procurar outra .... e provavelmente vão encontrar conosco no asfalto para nos assaltar mais ainda do que já fazem quando a situação policial para eles aperta...

Tenho absoluta convicção que a liberação não servirá para resolver esses problemas.


PC
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Não sou a favor da liberacao, pois o povo Brasileiro ainda não tem educacao pra isso, quem sabe daqui a um tempo.Acho q e mais ou menos isso mesmo, temos q comecar pelos ladroes de terno ... A fvr. q quem quiser q possa cultivar sua planta !rsrs fuma dentro da sua propria casa, e isso Paula !
Cristiano Melo = Cristiano Gusmann




quinta-feira, 25 de novembro de 2010

RIO, Cidade desespero ....




Rio de Janeiro, 25 de Novembro de 2010.


Esta é a data que entrará para a história da cidade maravilhosa, cidade de tantas belezas, praias, sol, mar e muita alegria. Cariocas sofrem desde o último dia 20/11 com ataques de bandidos ao longo das vias incendiando veículos por vários pontos da cidade, a sociedade fica encurralada procurando uma maneira de não deixar a rotina de lado e não se tornar prisioneira diante de uma situação de guerra que se vive nos dis de hoje. Enquanto bandidos que deram a ordem para o ataque viajam de avião sendo transferidos para outro estado afim de não continuar comandando a guerra na cidade, eu, você, seu amigo, continua aqui sem a oportunidade de desfrutar de um luxo como este de poder viajar de avião, no entanto a população é obrigada financiar esta regalia aos mesmos que oferecem risco e medo a sua, a minha e a nossa família.


As imagens eram impressionantes, bandidos fugiam como ratos pela mata, policiaias atigiam a tiros pelo alto, e eles se rastejavam como insetos sendo combatidos por inseticidas capazes de matar o pior dos piores.


O jornalismo trabalhou intenso, captou imagens que certamente serão manchetes e circularão pelo mundo inteiro, somos capazes de alguma maneira fazer a história e registrar uma das piores dela possível.


Ao trabalho dos Policiais que estiveram neste combate, que colocaram sua vida em risco que puseram seu dia de herói em jogo, parabéns !


A sociedade fica imensamente satisfeita pela coragem e bravura, mas convenhamos que isso nada mais é que o trabalho de vocês, apesar da polícia ter sido criada do PODER para o PODER, hoje podemos entender que este "poder", o paralelo, deverá ser combatido de forma agressiva e sem tempo determinado para finalizar e atacar de forma bem planejada e estratégica para que inocentes não paguem com a vida atos incosequentes daqueles que não tem responsabilidade nem com ele mesmo.


A visão de guerra urbana que vivemos é aterrorizante, o que se espera dos nossos governantes são atitudes inteligentes e um pedido de não recuo que só assim poderá ser provado a esses bandidos insanos e trazer aos visitantes a visão de que sempre se teve lá fora: Ainda somos a Cidade Maravilhosa.


Que Deus nos abençoe e proteja todos os nossos combatentes e inocentes que vivem de perto este sofrimento.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Uma nova droga ....


Uma nova ameaça aos jovens brasileiros. A droga que é considerada devastadora, assim como todas as outras.
O OXI mantêm o viciado um parasita, levando a destruição da família e tirando a dignidade de quem se mantêm prisioneiro dela, provocando alucinações e paranóias ao usuário tornando dependente com rapidez, seu poder de destruição é algo jamais visto,uma droga que entra com frequência em nosso país a corrupção e a omissão facilita a entrada da grande quantidade de drogas no país.
Como é processada esta droga, como ela age no organismo, de onde vem esta droga, qual a sua composição, quem produz, quem são os traficantes ?

O consumo do OXI vem crescendo no Acre, onde tem a principal fronteria aberta do território brasileiro, paraíso de mitos como Chico Mendes e a entrada para o tráfico. A realidade vivida diante do cenário de abandono das autoridades é impressionante.


Os usuários desta droga tem frases desconexas, se prostituem, se afastam de tudo, são bem diferente do seres humanos já visto em outros tempos. Famílias são separadas por não suportar tamanho sofrimento, os jovens são os mais dependentes, a facilidade ao encontrar a droga aproxima o jovem da destruição, a angustia que ele sente é facilmente perceptível, a inquietação, a impaciência, o desejo incontrolável que o jovem tem de fumar, essa é a prisão imposta pela droga.


Jovens utilizam a droga para satisfazer uma vontade momentânea, e viram dependentes por um tempo indeterminado, somente quando ele, o usuário determina para sua vida de verdade que quer a libertação deste mal que o aprisiona e te empurra para uma vida quase sem volta.


O Acre está localizado numa região de fronteira com o Peru e a Bolívia, logo os maiores produtores de Coca do mundo e o país que fornece a droga ao Brasil.

O OXI vem do termo inoxidado, uma substância mais forte e com os efeitos mais destruidor que o crack, é o resto do refino das folhas de coca, ácido sufúrico, querosene ou gasolina. Quando a pessoa fuma as substâncias exaladas pela droga são rapidamente absorvidas pelos pulmões e enviadas ao coração por sistema cirulatório em seguida vai para o cérebro em menos de 10 segundos atinge o sistema nervoso central e aumenta a dopamina o neuro transmissor que dá a sensação de prazer e o efeito dura cerca de quatro minutos.




sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Criminalidade


"A criminalidade toma conta da cidade e a sociedade põe a culpa nas autoridades"...
O trecho a que me refiro para iniciar o texto é da música Cachimbo da Paz de Gabriel, o pensador. Feliz idéia do compositor, pois é nela que eu vou pegar um gancho para demonstrar minha indignação diante de tantas mortes e de tanta violência que tem ocorrido nessas últimas semanas.
Um Juíz que é alvejado com sua família ao tentar fugir de uma blitz localizada em um dos pontos mais perigosos da cidade do Rio de Janeiro. Criança e idosa é atingida por tiros em comunidades que enfrentam um verdadeiro momento de terror, a guerra da polícia contra bandidos.
Que tipo de segurança é essa que estão prometendo à sociedade ? Se você não sabe, quem é que pode saber ?

Os bandidos estão mais "poderosos", enfrentam a polícia, vãos às ruas, roubam carros, aterrorizam a cidade e não tem medo.
A polícia atira sem ter certeza, enfrenta o perigo, ganha mal, corre risco e eu vou continuar perguntando, quem é que sai ganhando ?
Anos atrás eu responderia que quem sai ganhando são os "bacanas", é, eles moram na Zona Sul lá o clima não é tão violento, tem segurança particular, condomínios protegidos por câmeras, proteção de grades e vigias 24 horas. Esse sonho acabou, hoje viver na Zona Sul não é sinônimo de proteção, acordamos para essa mudança no episódio de São Conrado quando bandidos voltavam de um baile funk no Vidigal e acabaram surpreendidos por uma viatura da polícia militar quando fazia ronda pelas proximidades. A partir daí inicia-se o tiroteio e o sequestro em um dos hotéis mais sofisticados da cidade fazendo funcionários de reféns.

O grande "poder" bélico desses bandidos é de impressionar, tem treinamento para acertar o alvo (polícia ) no alto dos morros, em meio aos moradores procuram fuga e a policia precisa saber quem é quem nesse meio e proteger o cidadão inocente.
Nem todo mundo que mora no morro é bandido e nem todo policial é corrupto, portanto precisa-se pensar em uma política de segurança que atenda todos os interesses, oferecendo aos que vão pra guerra o melhor treinamento pra que tenham a certeza de que estarão agindo corretamente e não haja falhas.

Todos os dias o roteiro que acompanhamos é o mesmo, o que vai mudando são os personagens e o cenário desse caos. A cidade que por todos os dias é abraçada pelo Cristo Redentor, agora está vivendo dias de inferno, e como já dizia o trecho da música do Gabriel, o pensador: A criminalidade realmente já tomou conta da nossa cidade e toda a sociedade vai à imprensa e põe a culpa nas autoridades. Estamos vivendo a inversão da realidade que é o reforço de policiamento em razão dos arrastões por exemplo, mas são os bandidos que fecham o cerco.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Carta Aberta ao jornal O Globo

Sem qualquer pretensão de fazer política neste período de eleição, o intuito da divulgação dessa carta é mostrar que o reinado da Vênus platina está chegando ao fim. Perfeitas palavras de um ex-leitor, como se refere o autor do texto. Segue abaixo reprodução da carta.


Comecei a ler O Globo diariamente aos 6 anos de idade. Meus pais, leitores “compulsivos” (como se diz por aí, “minha mãe lê até bula de remédio”), eram assinantes do jornal e o hábito de iniciar o dia folheando as páginas d’O Globo foi rapidamente imitado por mim. Primeiro os quadrinhos, depois o caderno de esportes, até passar a ler o jornal “de cabo a rabo”. Conservei essa rotina por longos 24 anos. Até o dia de hoje, mantive o costume de iniciar o meu dia “sujando os dedos de tinta”, manuseando o papel.

É fato que, nos últimos anos, passei a fazê-lo sem o menor prazer. A notícia cada vez mais editorializada, os toscos subterfúgios para disfarçar os interesses econômicos e a opinião conservadora debaixo de um falso manto de “imparcialidade” cada vez mais difícil de sustentar.

Não que eu tivesse ilusões de ser O Globo um jornal isento. Sei das relações promíscuas dos membros do clã Marinho com os porões da ditadura civil-militar; guardo na memória o apoio às privatizações, o imenso destaque aos colunistas que vomitam obviedades preconceituosas e são louvados como “formadores de opinião” (de quem, cara pálida?), mas frente à decadência do velho JB (que, enfim, fechou suas portas, depois de longa agonia) e a fragilidade dos demais jornais, O Globo resistiu como alternativa de informação.

No entanto, gente ao processo de transformações que o Brasil viveu (e vive) durante o governo Lula, vocês ultrapassaram os limites do bom senso. Transformaram-se em um panfleto sujo, jogaram todos os manuais de jornalismo no lixo, assumiram o papel de “bastião da resistência” que os frágeis partidos de direita não conseguiram sustentar. Passaram a utilizar suas páginas para antecipar os discursos na tribuna que os jereissatis, fruets e virgílios, espumando de raiva, despejavam nas tribunas no dia seguinte.

Passei bons anos justificando para mim mesmo a manutenção da assinatura. A ausência de uma alternativa que me permitisse manter o hábito de ler um jornal impresso, a necessidade de saber o que “eles” (a direita retrógrada, anti-povo) pensam, os dois artigos semanais do Veríssimo…

Hoje resolvi encerrar o amargo ciclo de masoquismo e autoflagelação que se tornou a leitura d’O Globo. Os frágeis argumentos em que me agarrei aparecem ainda mais patéticos quando confrontados com a realidade: estou ajudando a financiar uma peça publicitária para a campanha do Serra. O Globo, há anos, deixou de ser um jornal digno do nome.

Vejamos: nos últimos dias, um escândalo de enormes proporções atingiu o governo tucano do RS. Qual o espaço destinado à cobertura do caso? Por que a prisão do governador do Amapá justifica a inclusão de uma foto do Lula na capa? O princípio da isenção não deveria fazer com que a “arapongagem” do governo Yeda (que espionava até crianças!) também surgisse na capa acompanhada de uma foto do Serra?

Poderia listar, no mínimo, um caso de jornalismo marrom por dia publicado nas páginas d’O Globo nos últimos 10 anos. E, ao mesmo tempo, sou incapaz de dizer qualquer coisa que beire a racionalidade para justificar a minha permanência como um finaciador dessa sujeira.

O fato é que, felizmente, hoje existem inúmeras opções de comunicação ao alcance de um “clique”. Uma ampla rede democrática de comunicação social constituiu-se na internet, várias vezes com maior agilidade de informação (“furando” os jornalões comprometidos com a vontade dos seus donos e com o lucro, e não com a liberdade de imprensa), e, sem sombra de dúvida, muito mais comprometida com a veracidade dos fatos.

Por último, quero me solidarizar com os vários profissionais que aí trabalham por necessidade e que não compactuam com a farsa que o jornal se transformou. Talvez, se o jornal admitisse que tem “lado” e o expressasse de forma mais explícita nos editoriais, sem manipular a pauta inteira de cada edição (como fazem veículos mais respeitáveis, como a Carta Capital), eu não estivesse hoje escrevendo essa carta. Mas prefiro pagar para ser enganado levando o meu filho em shows de ilusionismo, ao invés de servir como número nas estatísticas de assinantes que o setor comercial d’O Globo apresenta para os seus ricos anunciantes.

Bernardo Cotrim – Ex-leitor

PS: Como sei que minha carta nunca será publicada por vocês, tomo a liberdade de divulgá-la para os meus amigos e familiares. Talvez existam outras pessoas tão indignadas quanto eu, precisando apenas de um “empurrãozinho”.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PAPO DE RESPONSA ...


“Vivemos um tempo de intolerância e violência. O relacionamento entre as pessoas, comunidades, sociedade, tem sido tenso. Precisamos superar os estereótipos, evitar classificação e rótulos carregados de preconceito e reconhecer que todas as pessoas, de todas as cores, credos, raças, culturas e classes sociais contribuem para enriquecer a humanidade”.


A introdução foi retirada de uma breve apresentação sobre o Papo de Responsa, um projeto criado pela Polícia Civil em parceria com o Afroreggae no intuito de resgatar aqueles que se envolveram de alguma forma no tráfico, que já tiveram a experiência triste de conviver no mundo do crime. O coordenador do projeto e Policial Civil Roberto Chaves, vai com sua equipe à universidades, escolas, comunidades para mostrar que esse papo pode ser de igual pra igual, ou seja, de amigo pra amigo, que Polícial não é somente tapa na cara e mão na parede. A Polícia oferece total segurança, aliás, é nisso que devemos pensar quando falamos de polícia.

Claro que corrupção e descumprimento de funções há na grande maioria das profissões e isso é um outro papo. Esse Papo é mais que Responsa, a mídia precisa conhecer essa idéia, fazer valer a vontade de quem tem pretensão de mudar, começando pelo mais difícil e fortalecer essa garra dos bons policiais de se fazer um novo dia, um novo amanhecer. Mostrar um caminho mais justo a cada criança que acorda próximo a um fuzil e acredita que esse é o “poder”.

A sociedade precisa acreditar nessa mudança, colaborar para que a polícia também se aproxime de uma forma pacífica e proteger tudo e todos.


A pacificação nas comunidades através das Upps tem apresentado resultados positivos, espera-se que melhore ao longo do tempo, precisa-se acreditar que sim. O mais importante é começar, o restante vem acontecendo ao longo do tempo, é natural, precisamos ter paciência.
O que não podemos permitir é que se continue essa violência, esse medo da polícia. Afinal, esse projeto é para de uma vez por todas fazer a sociedade aproximar-se daquele que está pra servir ao estado e combater a violência, e claro, protegendo vidas e não as tirando.
Acredite nesse Papo, ele é maneiro e de Responsa.



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

LAPA QUERIDA ...




A minha lapa tão querida berço da boemia, onde os bambas se encontram pra fazer aquele samba.
Nas ruas, no vai e vem dos carros e das pessoas, a poluição sonora do som que toca nas casas noturnas.

O requinte que o povo trata o seu visitante.
A lapa de Carlinhos de Jesus, a Lapa do João, do Alessandro, do Carlinhos, do Juninho e de tantos outros.

Quando alguém me pergunta onde eu moro.
Eu digo: Na Lapa, o bairro da Boemia, do povo de samba da ginga de bamba.
Eu me orgulho de ter a Lapa como o meu referencial de moradia, aqui eu aprendi a ser malandra, ser carioca e falar com o corpo.

A minha música é o samba e pra quem não conhece é uma ginga só de nego bamba, eu te apresento, nós somos os donos do samba.
Que me desculpe Noel Rosa, Dona Ivone Lara, Seu Martinho, a grande Vila e Isabel e o querido Zeca Pagodinho, mas a minha LAPA é a terra que só cria os bambas, esses de hoje em dia.
Você ainda não conhece ? Não sabe o que está perdendo.

Sejam Bem-vindos .. A Lapa agora também é sua. Obrigada, Volte Sempre !