
quarta-feira, 14 de julho de 2010
VIVER ! por Luíz Fernando Veríssimo

segunda-feira, 12 de julho de 2010
O que é a morte

O CRACK ..

domingo, 11 de julho de 2010
O Destino do nosso jornal

Aquele que esperamos todas as manhãs enroladinho, como um pãozinho fresco e que ainda tem o cheirinho de tinta fresca como um pãozinho na manteiga ainda quentinho.
O jornal que suja nossos dedos ao folheá-lo não pode ter um final, sendo assim, posso imaginar que minha vida será um vazio. Acordar sem ter o que comprar nas bancas e ter que tocar o dedo ao computador da maneira mais fria e ler uma notícia qualquer, isso não pode ser real, a menos que ao longo da vida e evolução digital o jornal tenha seu espaço sempre cativo e permanente no nosso dia a dia.
Como jornalista, é um momento único chegar á redação e não saber o que vai encontrar ao longo do dia ou da noite em busca da notícia, é gostoso saber que a cada momento será uma surpresa e nada mais que prazeroso escrever nossa matéria e tentar fazer com que o leitor se sinta no local de todo o fato.
Jornalista é sensibilidade e quando se pensa em fim do jornal impresso, já se pensa no fim de jornalista que dão o máximo de si.
O que será do destino desse nosso companheiro matinal ? O que podemos fazer para que esse mal não ocorra ?
MICHAEL JACKSON DECIDE PARAR

É inevitável a dor da perda, é a única certeza que temos nessa vida, a única sensação que nos faz ter desespero. Imagino como é difícil perder alguém que amamos muito ou até mesmo quem desejamos sempre o bem, e depois essa pessoa não está mais entre nós.
E não foi diferente com o astro pop Michael Jackson. O seu momento final, a sua despedida do público chegou, mas de forma tão repentina. Ele já previa sua morte, já percebia o mal que traria a sua vida ao ingerir tantos sedativos, mas mesmo assim não houve quem o impedisse.
Ele então decide parar, por um momento talvez. Foi descansar, refletir um pouco sobre tudo em sua vida, olhar para seus filhos de outro lugar, apreciá-los com mais atenção e orientá-los a não cometer os mesmo erros de seu pai... Então ele decide parar, sair dos palcos e deixar sua música tocando ao fundo.
Michael Jackson é música, é vida, é dança, é irreverência e tudo de inovador que aconteceu nos últimos tempos. Alguém como ele jamais existirá. Ele que nos deixou de herança toda essa mudança no mundo pop e trouxe esperança às crianças da África com o hit “We are the Word”(Nós somos o mundo).
O astro pop vai deixar saudades e será imortal. Ele já é o maior ídolo de todos os tempos e não existirá outro. Neste momento o que deveríamos dizer a Michael Jackson é: Muito obrigada, muito obrigada por sua música, por tudo o que fez ao mundo, pelo bem que ofereceu as nossas crianças e por ter deixado para nós um orgulho de ter passado por esse mundo tão cruel, por ter vivido com pessoas tão especiais e pessoas tão ruins. As mesmas pessoas que te derrubaram hoje te ergueram e souberam reconhecer o quanto sua voz era linda, e que não será mais ouvida ao vivo nos palcos deste mundo.
Michael quero agradecer aos momentos de embalo que me fez dançar e as coreografias irreverentes que trouxe ao público. Eu não pensava estar aqui pra ver esse momento chegar, infelizmente Deus me permitiu isso e ele permite a cada um de nós o momento certo de vivenciarmos cada detalhe dessa vida. Siga em frente com sua música, faça o seu som do mesmo jeito que fez aqui pra nós. Dance pra Ele, cante, grite(Aau), faça o Moonwalker e diga pra Deus que aqui, a maioria de nós sabia dançar como você.
Obrigada cara, siga em paz e valeu por toda sua trajetória junto de nós, você não só mereceu uma despedida daquelas, mais merece que todos nós agora levantemos e saudemos de pé todo esse sucesso.
Vá com Deus, Michael Joseph Jackson !!
AS NOTÍCIAS ...

Bruno, um dos melhores jogadores do país está sendo acusado de ser o mandante do suposto crime, sim, suposto, pq ninguém encontrou o corpo da jovem. segundo depoimento do menor e conclusão do delegado Edson Moreira, ela está morta, mas...
Pois bem, até onde esses fatos apresentados até agora são reais, até onde toda essa hitória do menor é verídica ?
Como a imprensa colabora para que processos como o de Isabela Nardoni, Suzane Von Richthofen entre outros sejam levados a júri popular ?
A imprensa juntamente com a sociedade julga e pune réus e pressiona os jurados sim!
A participação do jornalismo em crimes só se tem grande repercussão porque tem a espetacularização e mostra somente aquilo que a sociedade gosta de assistir. Crimes vende jornais e notícias, e o povo precisa saber os reais motivos, os fundamentos pra cada atitude. Conhecer a fundo a história do indivíduo e trazendo a público os problemas que levam pessoas a tal atitude.
Não é defender, entendam bem. É analisar tudo e claro, punir.
Bruno & cia, já são condenados pelo povo, pela justiça e pela mídia.
Aos novos jornalistas, isso pode ser mudado, ou teremos somente que seguir toda essa massa a continuar numa trilha que nos obriga a não somente apresentar os fatos, mas massificar as notícias e nos tornar juízes além de somente jornalistas ?
Um abraço.
TEORIA DO JORNALISMO. por Nelson Traquina

"É absurdo pensar que possamos responder à pergunta "O que é o jornalismo?" numa frase, ou até mesmo num livro. Mas sejamos corajosos e tentamos. Poeticamente podia-se dizer que o jornalismo é a vida, tal como é contada nas notícias de nascimento e de mortes, tal como nascimento do primeiro filho de uma cantora famosa ou a morte de um sociólogo conhecido mundialmente. É a vida em todas as suas dimensões, como uma enciclopédia. Uma breve passagem pelos jornais diários vê a vida dividida em seções que vão da sociedade, a economia, a ciência e o ambiente, à educação, à cultura, à arte, aos livros, aos media, à televisão, e cobre o planeta com a divisão do mundo em local, regional, nacional (onde está essencialmente a política do país) e internacionalmente. Um exame da maioria dos livros e manuais sobre o jornalismo define as notícias em última análise como tudo o que é importante e/ou interessante. Isto inclui praticamente a vida, o mundo e o outer limits".
texto retirado do livro: Teorias do Jornalismo - Volume I. Porque as notícias são como são.
autor: Nelson Traquina - Editora: insular